Associação da Casa-Memória de Camões em Constância
Jardim-Horto de Camões
Em seguida se apresenta um esboço/plano que pretende tornar acessível o percurso autónomo através do Jardim, ao mesmo tempo que destaca alguns dos pontos de maior interesse.

Legenda:
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Mesa com painel de azulejos, assinalando o percurso de Camões de Lisboa a Goa, onde ia integrar escoltas a comerciantes de especiarias que corriam o risco de serem assaltados por piratas
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Oliveira com um pedaço de cortiça pendurado no seu tronco onde se transcreve o excerto final da Écloga III
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Pimenta
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Canforeira de madeira perfumada
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Árvore da canela a qual se extrai da casca do tronco e dos ramos
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Macieira
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Castanheiro
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Esfera armilar executada e oferecida por professores e alunos da Faculdade de Belas Artes de Lisboa
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Bebedouro de água potável
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Âncora seiscentista recolhida no Tejo, testemunha do porte das embarcações que sulcavam então as águas do rio Tejo
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Restos do poço árabe
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Romeira
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Dois corpos da casa quinhentista, seccionada no século XVIII e que pertenceu aos senhores do Palácio da Torre (D. Francisco de Sande e D. Francisco da Câmara Coutinho, amigos de Camões)
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Talha recolhida nas ruínas da Casa-Memória de Camões
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Planetário de Ptolomeu (astrónomo grego do séc. II d. C. estabeleceu o sistema geocêntrico que vigorou como conceito de Universo durante cerca de 1500 anos), representando a “Máquina do Mundo”, sabiamente descrita pela deusa Tétis a Vasco da Gama no Canto X de «Os Lusíadas»
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Jardim de Macau constituído por um pavilhão rodeado por um pequeno lago com nenúfares